25 de fevereiro de 2013

Contadores Guia Infantil

Contadores de idade e gestação

Enxoval de Bebê Guia da Gestante e Bebê Festas Infantis

Crie o contador de idade do seu filho ou gestação para incluir no seu blog ou no seu perfil dos fóruns.
Você só tem que definir as imagens que mais gosta, indicar a idade do seu filho ou data prevista do parto e pronto. O resto é por nossa conta, o Guia Infantil atualizará diariamente o seu contador, de maneira que você terá sempre o seu contador mostrando a idade real do seu filho ou o tempo de sua gestação.
Agora você também pode publicar seu contador de gestação no Facebook ou enviar a página do seu contador para seus amigos por email.
Faça o seu, é só acessar o site através do link ferramentas e configurar o seu contador.

27 de fevereiro de 2012

Conflitos conjugais: eles são prejudiciais para os filhos?

Vou publicar aqui um texto que gostei muito sobre a velha questão das “brigas e discussões” na frente dos filhos, concordo com o texto e sempre pensei assim. Com bom senso e respeito, a criança aprende o que é a realidade.
As discussões entre os casais, se realizadas de maneira construtiva, podem trazer resultados positivos para as crianças. Entenda
“Você toma um cuidado enorme para nunca discutir com seu companheiro na frente do seu filho, certo? Talvez também se culpe toda vez que escapa uma pequena briga na presença da criança. Saiba que, ao contrário do que se pensa, um conflito pode não ser tão prejudicial assim para os pequenos.

Pesquisadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, avaliaram 235 famílias com crianças entre 5 e 7 anos durante três anos. Para o estudo, foi analisado o comportamento dos casais durante um conflito, e os cientistas classificaram os argumentos como destrutivo ou construtivo. O resultado da pesquisa sugere que é benéfico para a criança verem os pais resolverem os problemas construtivamente.

Mas existe mesmo algum benefício de as crianças verem os pais discutirem? Sim, desde que exista bom senso. Segundo Rita Calegari, psicóloga infantil do Hospital São Camilo (SP), há um senso comum de os pais nunca brigarem na frente dos filhos como forma de protegê-los, mas muitas vezes essa não é a melhor solução. “Se o clima entre o casal não está bom, as crianças vão perceber. Por mais que nada seja falado, elas sentem a distância um do outro, o silêncio, a mudança no clima da casa”, diz.

Quando os pais brigam, se a discussão for saudável, em que cada um expõe seu ponto de vista para chegar a um ponto em comum, sem agressões físicas ou ofensas dirigidas, ela pode agregar valores para a criança. Afinal, é no ambiente doméstico que ela aprende a se relacionar, a lidar com conflitos, frustrações e diferenças. “Os pais educam por meio do exemplo. Se a criança presencia uma discussão e depois vê os pais fazerem as pazes, se desculpando, ela entende que é normal ficar bravo e não concordar com outra pessoa, mas que é fundamental haver respeito”, afirma Rita.

Com isso, ela percebe que as relações humanas são permeadas por conflitos, mesmo entre pessoas que se amam. Isso elimina aquele estigma de que só briga quem se odeia.


Bom senso

A criança não precisa ficar assistindo às brigas dos pais como se estivesse numa sala de aula. É importante explicar para ela o que está acontecendo, e, principalmente, que ela não tem culpa alguma por aquela situação. “Os pais devem ser intérpretes para os filhos, mas nunca devem esconder”, diz Rita.

Além disso, não é tudo que deve ser falado na frente das crianças. Se esse tipo de conversa for inevitável, nunca peça para o seu filho sair da sala, por exemplo, para você e seu marido discutirem. São vocês que devem se retirar. “É importante dizer que os pais vão conversar, mas que ela pode entrar no quarto a hora que quiser”, afirma Rita.

É preciso maturidade. Discussão é diferente de uma guerra, que, se presenciada pela criança, pode gerar um sentimento de ansiedade e medo. Por isso, se perceber que o conflito chegou num nível em que você e seu marido perderam a capacidade de negociar, de entrar num acordo, é hora de ter um mediador entre vocês, seja um amigo, um parente ou um profissional.

Cinthia Mendina Prates, colaboradora do blog Guia Infantil.
Fonte: revistacrescer.globo.com

25 de fevereiro de 2012

Consumismo Infantil e leitura.

Que mãe não sabe o quanto é difícil ensinar aos filhos que não podemos comprar tudo o que se vê ou que se quer? Se é difícil para mim, adulta e consciente, ter que abdicar de supérfluos matérias ou caprichos que vejo o tempo todo, o dia inteiro bombardeando minha cabeça e o apetite de “ter”. Porque a cada dia são mais novidades eletrônicas, tv’s Led, celulares que só faltam falar por você, tablet’s, sapatos lindos, roupas espetaculares e até comidas diferentes! Porque convenhamos que hoje em dia ir ao supermercado é quase um programa divertido, não vamos mais comprar arroz e feijão, com a imensa onda de comidas novas, que enchem os olhos com as embalagens coloridas e chamativas, com todos os acessórios para a casa e até o rolo de papel higiênico que fala quando você puxa o papel! Pois é... Muito difícil resistir a tudo isso e não sair com o carrinho cheio de coisinhas novas e divertidas.
Se é um exercício de resistência e autocontrole para os adultos, imagine para as crianças, que tudo é novo, atraente e intrigante. Ensinar aos filhos que o consumismo não é legal e faz mal fica difícil quando o que mais eles “aprendem” é compre, tenha e consuma! 
Uma tarefa árdua  que deve ser feita dia a dia, passo a passo e com muita paciência e segurança de não ceder aos pedidos, carinhas de peninha ou escândalos no chão do shopping. Combinar que “Hoje vamos comprar só o necessário e nada a mais e cumprir com o combinado.”  Ou também “Hoje vamos comprar o combinado e alguma coisa legal que talvez a gente encontre.”
Acho que esse” pacto” de concordar com o objetivo pelo qual vamos  as compras é bem legal e eficaz para evitar o consumo exagerado e excesso de “bens materiais”.

Uma maneira linda de expor isso à criança é através de historias, exemplos e personagens. Aí vai uma boa dica de leitura que aborda o assunto, o mineiro Eliardo França faz isso muito bem, e há mais de 40 anos presenteia os leitores com suas criativas obras. Um jeito de conhecer sua, digamos, essência, é aproveitar o relançamento de O Rei de Quase-Tudo (Ed. Global, R$ 27), um de seus principais livros.

Na história, um rei que já tinha terras, exércitos e ouro, também quis as flores, os frutos, os pássaros, as estrelas e o sol. Mas ele não ficou feliz: quando teve o que queria, perdeu tudo que eles lhe proporcionavam.

Bem, em tempos de discussões sobre consumo excessivo em voltas das crianças, esta aí uma ótima oportunidade para tocar no assunto. A imagem do reizinho, o tom simples do texto e a escolha das referências fáceis de o leitor se identificar. Ajudam a conversa em casa fluir de maneira sutil, sem lição de moral nem para a criança, nem para os pais.

Cinthia Mendina Prates, colaboradora do blog Guia Infantil.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...